“Quando me descobri negra”: livro abre espaço para discutir o racismo no cotidiano

Por Maria Laura Saraiva Em sua obra mais conhecida, a  jornalista Bianca Santana fala por muitos jovens brasileiros: “Tenho 30 anos, mas sou negra há apenas dez. Antes, era morena”. Lançado em 2016, “Quando me descobri negra” narra as memórias da autora sobre o processo de descoberta da própria ancestralidade e da construção da sua […]

Interseccionalidade – ou tudo ao mesmo tempo agora contra a desigualdade

Por Gabriela Del Carmen e Maria Laura Saraiva  Nas  últimas  décadas, as sociedades vêm se conscientizando sobre a importância de se questionar as bases ideológicas dos discursos preconceituosos. Nesse contexto, as escolas se mostram um espaço propício para a discussão de novos conceitos. Um dos mais férteis, um polissílabo, tem potência explicativa proporcional ao seu […]

Orientações pedagógicas para educação antirracista: um convite à autoatualização

A obrigatoriedade do ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Africana em todos os componentes curriculares e níveis de escolarização (Lei 10.639/03) é uma conquista do movimento negro e exige o envolvimento de toda a sociedade para a sua concretização. Passados 20 anos da promulgação, há uma grande quantidade de materiais para subsidiar as práticas […]

Números no Egito Antigo: possibilidades para uma Educação Matemática Antirracista

Coletivo LabMat¹ Não saber é ruim; não querer saber é pior. Introdução Duas décadas depois da promulgação da Lei 10.639/03, que tornou obrigatório o ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Africana nos estabelecimentos de ensino públicos e privados, observamos as escolas brasileiras se movimentando em busca de práticas educativas mais representativas e de relações […]

Editorial

Mais que um tema, uma lei e uma luta Não. A educação antirracista não é um tema. Não é um tópico de sala de aula, nem mesmo uma disciplina. Não é algo a que se adere porque “o mercado exige”, porque outras escolas agora a oferecem como um item a mais para atrair matrículas. Nada […]

Luiz Lira

Luiz Lira morou em Pernambuco e lá iniciou o desenho. Ao vir para São Paulo, começou a fazer gravuras ainda criança, quando entrou no Instituto Acaia. Seus estudos tiveram relação com a capoeira, o desenho e a cerâmica; essas três vertentes estruturam o seu fazer artístico hoje. Posteriormente, ingressou no Instituto Criar e fez formação em Cinema. A partir daí, dedicou-se aos estudos para vestibulares em universidades, assim participou do Acaia Sagarana. Lira ingressou na Unicamp e atualmente cursa Artes Visuais.  A experiência universitária faz com que se aproxime de outros grupos de gravuras, como Ateliê Piratininga e Xilomóvel. Também tem contato com Ernesto Bonato, que é um grande artista e pessoa. Trabalha em ateliês compartilhados em Campinas (SP) e suas produções são semeadas em diversos espaços.